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SÃO PAULO – O Banco Central (BC) divulgou, por meio da Resolução BCB Nº 138, o escopo mínimo de dados a serem compartilhados na fase 4 do Open Banking, prevista para começar em 15 de dezembro.

Essa etapa abrange o compartilhamento de dados sobre câmbio, serviço de credenciamento, investimento, seguros e previdência e em neste início as instituições participantes deverão tornar públicas as informações sobre os produtos e serviços que disponibilizam relacionados ao escopo citado.

Segundo o Banco Central, entre os produtos de investimentos, poderão ser compartilhados dados de:

  • a) Certificado de Depósito Bancário  (CDB);
  • b) Recibo de Depósito Bancário (RDB);
  • c) Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • d) Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • e) cotas de fundos de investimento;
  • f) títulos públicos federais disponibilizados pelo Tesouro Direto;
  • g) ações;
  • h) cotas de fundos de índices listados em bolsa de valores;
  • i) debêntures;
  • j) Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI); e
  • k) Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA).

como deve funcionar o Open Insurance em reportagem recente.

Ainda, com a fase 4, o Open Banking inicia o compartilhamento de um conjunto de informação além de produtos e serviços bancários tradicionais, o que marca o início de sua migração para Open Finance.

O InfoMoney publicou um especial explicando como será o mundo financeiro com a chegada do Open Finance e também convidou o economista Ricardo Amorim para apresentar sua perspectiva sobre o tema. Veja:

Vale lembrar que, atualmente a fase 2 do Open Banking está em vigor para uma fatia bem pequena da população, e que a fase 3 começa em 29 de outubro após um adiamento de prazos devido a pedidos das instituições participantes.

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