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(Shutterstock)

Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar sofreu na última sessão de março a maior queda percentual em três semanas, puxado por desmonte de posições em meio à correção da moeda no exterior e a ajustes ligados à formação da Ptax de fim de mês, repercutindo ainda falas de líderes do Congresso a respeito do combate à pandemia.

Mas o câmbio continua cercado de fatores de incerteza que podem se estender para o novo trimestre. O mercado segue incomodado com o sinal negativo emitido pelo imbróglio orçamentário e, apesar de aguardar aceleração da vacinação local, agora tem de lidar com surgimento de mais variantes do coronavírus num país que hoje é, de longe, o epicentro da pandemia no mundo.

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